As inundações e deslizamentos têm inúmeros impactos negativos no ambiente urbano. Nos últimos cinco anos, 160 inundações de grande porte assolaram o mundo, deixando cerca de 120 mil vÃtimas e causando a destruição de 20 milhões de casas. Além de perturbar a vida da população, causam “perdas econômicas em função da interrupção das atividades da região afetada, engarrafamentos no trânsito e mortes por afogamentos, deslizamentos e contaminação por doenças de veiculação hÃdricaâ€, conta o engenheiro André Assis (foto à esquerda), ex-presidente do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT) e professor da UnB (Universidade de BrasÃlia). “Evitar estes desastres é tecnicamente possÃvel e os custos são amplamente compensados pela redução de mortes e dos prejuÃzos causados à populaçãoâ€, afirma o engenheiro. O Comitê Brasileiro de Túneis é uma entidade de caráter técnico-cientÃfico ligada à Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) – atualmente presidida por André Assis – que reúne profissionais, acadêmicos e empresas da área para discutir os túneis e propor soluções subterrâneas para melhorar a infraestrutura das cidades e a vida da população. Os profissionais do CBT estão à disposição da imprensa.
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Em importante momento de retomada da indústria de infraestrutura, com destaque para a grande quantidade de obras subterrâneas, das mais diversas finalidades, em todo o paÃs, São Paulo sediará o 3º Congresso Brasileiro de Túneis e Estruturas Subterrâneas (CBT) e Seminário Internacional “South American Tunnelling – SAT’2012â€. Como preparação para este grande evento, o Comitê Brasileiro de Túneis oferece um curso pré-congresso, nos dias 18 e 19 de março, com a participação dos maiores especialistas brasileiros na área. O evento acontecerá entre os dias 20 e 22 de março. O local escolhido para a realização do curso pré-congresso é o Golden Tulip Paulista Plaza, na Alameda Santos, número 85, bairro Jardins, em São Paulo.
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Num momento de Copa do Mundo e OlimpÃadas, o Brasil irá receber, também em 2014, o Congresso Internacional de Túneis (World Tunnelling Congress 2014 – WTC 2014), o mais importante evento do setor que reúne milhares de especialistas em obras subterrâneas de todo o mundo. Para sediar o WTC 2014, o Brasil, representado pelo Comitê Brasileiro de Túneis (CBT) enfrentou a concorrência de Austrália e Cingapura. A votação aconteceu no WTC 2011, em Helsinque, na Finlândia. “Para nós, é uma honra o Brasil organizar e sediar um evento deste porteâ€, conta Hugo Cássio Rocha, presidente do CBT, Comitê ligado à ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geoténica). “Agora contamos com o apoio de toda a comunidade tuneleira para realizar um congresso de altÃssimo nÃvel técnicoâ€. O presidente destaca que o paÃs tem know-how para isso e, a época do evento será favorável, devido aos eventos esportivos de 2014 e 2016. “O Brasil está passando por um ótimo momento de expansão dos investimentos em infraestrutura. No Congresso, portanto, o paÃs terá muito para mostrar em termos de obrasâ€, lembra Hugo Rocha.
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Desde o começo dos debates sobre as opções construtivas para a travessia Santos-Guarujá, o Comitê Brasileiro de Túneis (CBT) sempre acreditou que a alternativa mais racional seria o túnel submerso. Para convencer as autoridades, o Comitê participou de diversas palestras e audiências públicas, apresentando argumentos técnicos que demonstram ser o túnel a melhor opção. Agora que o governo do Estado de São Paulo descartou a ideia original de uma ponte estaiada que ligaria as duas cidades, o túnel submerso está em pauta e uma nova proposta já está sendo elaborada, segundo informações divulgadas pela imprensa. “A solução subterrânea é, provavelmente, a mais apropriada para a situaçãoâ€, afirma Hugo Cássio Rocha (foto à esquerda), geólogo e presidente do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT). “A questão técnica é importantÃssima, mas ela não é a única influência para que o CBT defenda o túnelâ€, lembra TarcÃsio Barreto Celestino, engenheiro geotécnico e ex-presidente do CBT que está envolvido neste debate desde o inÃcio. “Existe também o impacto visual de uma ponte e todos os seus desdobramentos, além da questão das relações humanas e econômicas que trazem o desenvolvimento a uma cidadeâ€.
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